Ah o amor.
Aqui estou novamente, retornando ao mundo do blog para compartilhar os meus pensamentos e reflexões sobre a vida e o amor.
Ah o amor.
Acho que desde pequena sempre fui uma menina apaixonada, sonhando com o príncipe que me daria um beijo encantado e me faria feliz para sempre. Cresci desejando intensamente uma paixão. Qualquer crush virava o amor da minha vida e eu conseguia imaginar anos e anos ao lado da pessoa. Porém a vida não é um conto de fadas e eu só fui arranjar um namorado com 17 anos.
Não foi fácil esperar até os 17, então quando comecei eu decidi me entregar inteira. Normalmente as pessoas cometem esse erro num primeiro namoro... não entendem direito o que é o comprometimento e qual a diferença entre paixão e amor. Eu abri mão de muitas coisas só para fazer a pessoa feliz.
Obviamente que esse caminho não terminaria bem e em exatos 1 ano e 1 semana após iniciarmos o nosso lindo namoro o príncipe encantado (que eu chamava de príncipe mesmo para as minhas avós) desceu do cavalo e saiu correndo.
Eu nunca achei que aguentaria o término. Algumas vezes quando imaginava já pensava que eu seria incapaz de secar as lágrimas e sair da cama. Que teria que trancar a faculdade e pedir demissão. Mas como eu disse, a vida não é um conto de fadas, e após terminar o namoro oficialmente em um Domingo nublado eu tive que acordar as 06:00 na segunda-feira, secar as lágrimas e seguir firme para a universidade (aonde eu o encontraria). Porque, você pergunta? Eu estava no limite de faltas e reprovaria direto na matéria caso faltasse.
A vida é uma piada.
O término serviu para me mostrar o quão insignificante foi o meu namoro. Demorei mais tempo para me curar da mágoa do que a duração total da relação. E meu ex? Bem, ele estava bem. Feliz. Era o que ele queria...
Mas a questão aqui nem é essa. Já fazem 2 anos que tudo isso aconteceu e o que precisava ser superado foi.
A questão é que apesar de tudo, o meu lado romântico e sonhador ainda permanece. Como? Sei lá. Deve ser a famosa vontade de ser trouxa. Não importa, se eu conheço um cara e eu sinto o mínimo de interesse por ele, eu já imagino o discurso que falaria no nosso casamento, como educaríamos os nossos filhos e a casa em que moraríamos.
A vida é bela. É uma piada. Te faz sofrer, mas não te deixa parar de sonhar.
Ah o amor.
Acho que desde pequena sempre fui uma menina apaixonada, sonhando com o príncipe que me daria um beijo encantado e me faria feliz para sempre. Cresci desejando intensamente uma paixão. Qualquer crush virava o amor da minha vida e eu conseguia imaginar anos e anos ao lado da pessoa. Porém a vida não é um conto de fadas e eu só fui arranjar um namorado com 17 anos.
Não foi fácil esperar até os 17, então quando comecei eu decidi me entregar inteira. Normalmente as pessoas cometem esse erro num primeiro namoro... não entendem direito o que é o comprometimento e qual a diferença entre paixão e amor. Eu abri mão de muitas coisas só para fazer a pessoa feliz.
Obviamente que esse caminho não terminaria bem e em exatos 1 ano e 1 semana após iniciarmos o nosso lindo namoro o príncipe encantado (que eu chamava de príncipe mesmo para as minhas avós) desceu do cavalo e saiu correndo.
Eu nunca achei que aguentaria o término. Algumas vezes quando imaginava já pensava que eu seria incapaz de secar as lágrimas e sair da cama. Que teria que trancar a faculdade e pedir demissão. Mas como eu disse, a vida não é um conto de fadas, e após terminar o namoro oficialmente em um Domingo nublado eu tive que acordar as 06:00 na segunda-feira, secar as lágrimas e seguir firme para a universidade (aonde eu o encontraria). Porque, você pergunta? Eu estava no limite de faltas e reprovaria direto na matéria caso faltasse.
A vida é uma piada.
O término serviu para me mostrar o quão insignificante foi o meu namoro. Demorei mais tempo para me curar da mágoa do que a duração total da relação. E meu ex? Bem, ele estava bem. Feliz. Era o que ele queria...
Mas a questão aqui nem é essa. Já fazem 2 anos que tudo isso aconteceu e o que precisava ser superado foi.
A questão é que apesar de tudo, o meu lado romântico e sonhador ainda permanece. Como? Sei lá. Deve ser a famosa vontade de ser trouxa. Não importa, se eu conheço um cara e eu sinto o mínimo de interesse por ele, eu já imagino o discurso que falaria no nosso casamento, como educaríamos os nossos filhos e a casa em que moraríamos.
A vida é bela. É uma piada. Te faz sofrer, mas não te deixa parar de sonhar.
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